quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O Amor de Cristo nos constrange (II Cor. 5,14)



Amado e amada,

Busquemos o alto! (Col. 3,1) Não amesquinhemos o Amor!
Alarguemos o coração para realmente vermos as realidades divinas em nossas vidas e nos irmãos.
Tomemos consciência dos deveres do amor, pois a "prática do amor leva ao amor" (S. Afonso Ligório). Por isso, revistamo-nos do Amor que é o vínculo da perfeição. Sim, a PERFEIÇÃO.
Como pensar em ser cristão sem esforço, sem sequer julgar se o que estamos sendo ou fazendo condiz com o honroso nome "cristão"?
Acaso estacionamos, paramos? Bastam as coisas que fazemos? Acaso, bastamo-nos a nós mesmos?
Busquemos o alto! Busquemos o vínculo da perfeição, o Amor, o Amado!
Se olhamos a Cruz, logo devemos ficar constrangidos, pois Deus se fez gente e quis ELE MESMO se esvaziar e pagar sozinho o preço dos meus pecados.
Pois bem, busquemos a perfeição! Não nos contentemos com a mediocridade na Fé e em nossa prática religiosa. O Amor não está sendo amado!
Convoco a sair do vômito, pois os cristãos mornos são vomitados. (Ap. 3,15-16).
Tomemos como práticas diárias, olhando para o Crucificado:
1) Meditar nas realidades celestes;
2) Agradecer pelas graças e bênçãos visíveis e invisíveis;
3) Recordar-se continuamente dos benefícios divinos gerais e particulares;
4) A cada momento identificar-se como necessitado da Graça de Deus para qualquer ação ou intenção.

Vomitemos o cristão medíocre, morno, de dentro de nós.

Eis o tempo que o Senhor fez para nós!

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Eudes Inacio, sJpVM