quinta-feira, 11 de abril de 2013

POR UMA JUVENTUDE LIVRE, FELIZ E CAPAZ (II)

Parte 2

Mas há uma proposta. O fomento da criação de grupos jovens, com acompanhamento de assessoria, tem grande significado. Os carismas surgem nos bancos de nossas igrejas, nas pracinhas, nas rodas de conversa: uma afinidade de dons.
Não se trata de movimentos de encontro, que alguns preferem, tornando o trabalho com as juventudes em “mono-carismas”. Por que temer a diversidade de carismas? Por acaso desconfia-se do Espírito que gera e dá os carismas?
De fato, nossa Igreja tem se preocupado com o mal das drogas na vida de tantos filhos e filhas de Deus vitimados por aquela manifestação diabólica da dependência química. Os jovens têm sido prioridade desde os documentos de Puebla até os de Aparecida, contudo, especialmente neste século XXI, não ecoam os documentos.
Os grupos de base, os grupos de jovens, os jovens com suas apresentações, seus risos e criatividade são realmente livres e felizes quando diante do Senhor. Nossos jovens estão sendo hipnotizados e empurrados a uma crença sem religião, a um Deus sem rosto e, infelizmente, os cristãos têm sido omissos ante o comprometimento com o testemunho que Cristo é o rosto de Deus e que a Religião é o fruto de quem tem Fé, que não há crença solitária, mas que existe a Fé para uma comunidade, porque quis assim o Senhor. Os grupos de base, os grupos jovens, são eficazes instrumentos cristãos preventivos para a libertação da juventude, inclusive das dependências químicas.
Aos críticos da ação pastoral da juventude, com o jovem sendo o “apóstolo do próprio jovem”, mostrem o que fazem pela juventude para torná-la de fato livre das redes midiáticas anticristãs que apregoam imoralidades e “anomia espiritual”. Aos céticos, a conversão e a total submissão de suas vontades aos desígnios de Jesus Cristo.

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Eudes Inaico, sJpVM

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