terça-feira, 19 de julho de 2011

A MISSA COMO CULTO (parte II)

Continuando o que já começamos na postagem imediatamente anterior, vejamos o que disse Santo Agostinho:
"Ecce post sermonem fit missa catechumenis: manebunt fideles, venietur ad locum orationis." (Sermão XLIX)


Missa é aqui usado para a demissão dos catecúmenos, que era ofício do diácono proclamar. Todo o serviço (liturgia) foi dividido em duas partes, (1) a Missa dos catecúmenos, contendo as lições das Escrituras, sermão e orações para os catecúmenos (Missa catechumenorum), e (2) a Missa dos fiéis (Missa Fidelium), ou a Eucaristia propriamente. No final da primeira parte, o diácono advertia os catecúmenos para partir, em palavras ligeiramente diferentes, mas substancialmente do mesmo para todos, leste e oeste: por exemplo, na Liturgia de S. Crisóstomo o formulário é "Que todos os catecúmenos partam: não deixes que qualquer um dos catecúmenos --- Que todos os fiéis ---"; na de S. Marcos é ainda mais breve:" Olhe para que nenhum dos catecúmenos ". (.. Dial. Livro II c. xxiii) do missal romano não agora contêm esse recurso, mas certamente foi originalmente encontrada no mesmo, pois é aludida por Gregório Magno, que dá a forma como se segue: "Si quis non communicat det locum " [se alguém não compartilha (da Fé), dê lugar].

Eis aí, caros irmãos, mais motivos para nossa reflexão sobre o Culto da Santa Missa.


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Eudes Inacio, sJpVM.
servo de Jesus pela Virgem Maria.

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