quarta-feira, 2 de março de 2011

DROGAS: Já ouviu falar em nóia?

Caríssimos leitores,

Há dois meses tenho estado no curso Prevenção ao uso indevido de drogas - Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias - 3ª Edição, oferecido à distância pela Universidade Federal de Santa Catarina, pelo PRONASCI, com o intuito de me aprimorar pastoralmente nas ações que me aprazem. (busquei me inscrever nele desde outubro de 2010)

Tem sido uma caminhada inovadora e reveladora. Agora, partilho com todos uma página interessante, http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack. Esta página pode ajudar àqueles e àquelas que queiram saber mais sobre o enfrentamento desta doença, o crack.

Alguns tópicos interessantes:

>> A Prefeitura de Maceió foi convocada para apresentar projetos de Casas de Acolhimento para acompanhamento de jovens usuários de crack. (clique!)

Os gestores tinham que formalizar.

>> Das 145 propostas recebidas foram aprovadas 78, de 13 estados da federação. Os projetos receberão apoio financeiro para utilização de 985 leitos de acolhimento a usuários de crack e outras drogas em Comunidades Terapêuticas de 76 municípios, em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS) e O Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Alagoas ficou de fora. (clique!)

Está previsto novo edital a ser lançado em 2011 para complementação dos leitos previstos no Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas.

>> A UFAL foi contemplada na implantação de Centros Regionais de Referência para Formação Permanente de Profissionais que atuam nas redes de atenção integral à saúde e de assistência social com usuários de crack e outras drogas e seus familiares. Tendo como coordenadores: Jorgina Sales Jorge e Maria Aline Barros Fidelis de Moura (clique!)

FATORES DE RISCO
Curiosidade pela experiência, influência do meio e de questões psicológicas e sociais são algumas situações que podem levar ao consumo do crack. Droga de efeito rápido e intenso, o crack leva o usuário rapidamente à dependência e, por isso, é fundamental prevenir o seu consumo.
 Baixe alguns materiais do site do enfrentando o crack:

FAMÍLIA UNIDA

Vulnerável, estigmatizado e, muitas vezes, marginalizado, o dependente de crack precisa receber atenção integral, em especial à sua saúde física e mental. Para que um familiar possa ajudar um dependente químico, é fundamental compreender que a dependência é uma doença e reconhecer a necessidade de buscar ajuda profissional. Manter a família unida e em condições de prestar apoio afetivo e social ao dependente também é indispensável para o sucesso do tratamento.
Assista no vídeo abaixo a experiência de um ex-usuário de crack e de dois familiares que participaram ativamente de seu processo de recuperação.

Um comentário:

Ministério da saúde disse...

Olá blogueiro,
Obrigado por seu apoio na luta contra o crack e outras drogas. O consumo aumentou e é preciso a união de todos. O crack traz malefícios ao usuário, família e sociedade e atinge a todos independentemente do sexo, cor e classe social.
Divulgue mais informações sobre a droga: http://bit.ly/bDGqGz
Conheça os CAPS que estão espalhados em vários lugares do país para prestar auxílio aos dependentes: http://migre.me/2qkFl
Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/minsaude
Mais informações: comunicacao@saude.gov.br
Obrigado,
Ministério da Saúde