segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O HOMEM PELO HOMEM

O avanço de nossas possibilidades de descanso e descontração (distração, como queira) têm sido cada vez mais estimuladas e ganho mais formas de concretização.

Televisão, computador, aparelhos de som, carro, moto, jogos em vídeo (para evitar o galicismo); enfim, tudo por uma boa distração, porque, afinal de contas, ensina a TV, todos temos que nos descontrair.

É um processo de alienação. Comemos, vestimos, ouvimos, e até gostamos e votamos em quem tem maior tempo de aparecimento. Leva-se a sério o ditado "quem não aparece, não cresce".

Vejamos algumas informações em prol do descanso, da distração:

- Não vou à Missa no domingo, porque é meu único dia de descanso.
- Ir para Igreja para quê, se posso rezar em casa.
- Tem muita gente que anda na Igreja e que é pior que eu. (sintam a modéstia e a humildade dessa alma. sic!)
- Eu sigo a Deus, não a Igreja. (que Deus? O tipo "energia" criadora? sic!)
- A Igreja não serve porque é feita pelos homens. (e por quem mais seria feita - enquanto organização? Seria a Igreja ideal aquela que Deus jogasse coisas lá de cima?)

O que vivemos hoje é justamente a centralização de tudo no homem pelo homem.

Concluo citando Lagrange:

"A Igreja é intolerante nos princípios porque crê; mas é tolerante na prática porque ama. Os inimigos da Igreja são tolerantes nos princípios porque não creem; mas são intolerantes na prática porque não amam." – R. M. Garrigou-Lagrange

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