quinta-feira, 1 de julho de 2010

POR UMA PEDAGOGIA JOVEM

Caros irmãos e irmãs,

O que há de errado com nossos jovens de hoje? Refiro-me aos que estão na faixa etária de 12 a 20.

Entre ontem e hoje, aqui na capital alagoana foram assassinados com arma de fogo nove jovens. E, claro, o "noticiário verdade" (qual já me referi noutra oportunidade) busca logo a afirmação "ele(a) era usuário de drogas" - pronto, tá justificado, ao menos para esses programas.

Continuo a afirmar que esses programas de tv têm sua parcela nessa formação desses jovens. [Não deixo de salientar que, neste momento que vivemos estas enchentes, as principais matérias têm sido sobre... as misérias causadas pelas enchentes! Que mais poderia ser?].

Pois bem, prossigamos. Falemos do título acima! Eis a minha contribuição por uma Pedagogia Jovem:

I - Deus
II - Família
III - Ensino
IV - Estado
V - Economia.

I - Deus.

Esquecemos d'Ele. Não falamos mais em Deus, pois confundimos Deus com religião; daí, vem o "que tá na moda" neo-liberal: deixe escolher, tudo é deus, tudo é relativo, cada um procure aquilo que mais se identifica (ou lhe agrade mais),... por aí vai - um verdadeiro mercado da fé. Tudo é prioridade, exceto Deus.

Se falamos em Deus, é no sentido mais latu possível, mais latu mesmo: tão abrangente que transforma tudo em quase nada. Viva a síntese moderna!!! êta capacidade porrêta dos que não têm tempo para pensar, ouvir, meditar!

Se perguntar, haverá unanimidade: 100% creem em Deus. Assim, até o "diacho" crê.

Não é hipótese, é fato: Vivemos um paganismo batizado. Todos tem "nome" de cristão mas não VIVEM como cristão.

II - Família

Nossas famílias estão delegando às escolas e à televisão a educação de seus filhos. Ou seja, deixa para o mundo (não o globo terrestre) educá-los.

Onde está a catequese familiar, aquela do exemplo, da vida? Não. Vão na moda: ensinam a dançar musiquinhas sem vergonha, e a cantar letras cheias de malícias e palavrões. E os pais? Aplaudem; acham lindo.

E cadê o pai? O pai deixa pra mãe. Há lares que a criança tem "duas mães": uma com barba e uma sem barba; em outros lares, "dois pais", um de enfeite, e outro é a mãe que dá ordens.

Cabe à família dizer quem é o pai e quem é a mãe; o que é ser homem e o que é ser mulher. Não se deve confundir ambos os gêneros e relativizando-os.

Se ser pai não é mais o "sustento da casa" como se falava antigamente, não quer dizer que o papel de pai deixou de existir. A função de ser pai numa casa não se limita às atividades econômicas. Sempre houve e deverá existir a moral paterna.

Cabe à mãe mostrar à menina o que é ser mulher. Não confundir a menina com "uma mocinha" vestindo na criança roupas que nem mulheres adultas sérias ousariam pôr sobre o corpo.

Cabe à família ensinar valores de ordem, hierarquia e paz.
Cabe à família ensinar a respeitar pai e mãe; ensinar que temos um Deus que é Pai, Filho, Espírito Santo; a como rezar; a agradecer o alimento; a saber que existe um ordenamento para nossa existência.

Se a criança não acredita nos pais, nem os respeita; ignora a existência de Deus como Criador e Senhor - isso mesmo, Senhor - para que se saiba que não estamos na "casa-da-mãe-joana" ou em Sodoma -, a criança saberá respeitar a ordem da lei, da justiça e do respeito ao próximo?

Pai e mãe ensinem seus filhos a rezar, ficar de joelhos, pedir bênção, traçar o sinal da Cruz, saber quem é Jesus. Ensinem a irem à Igreja (e vão com eles), pois há crianças que sabem como ir ao shopping, ao centro, ao Mirante, exceto à Igreja mais próximas.

E quanto ao discurso de que "a Igreja tem que saber se chegar para conquistar" e ensinar mais e blá, blá, blá... Tomemos vergonha pois, se fosse, por exemplo, dinheiro ou programa de governo beneficente que exigisse um montão de documentos, todos iríamos correndo, atropelando-nos em filas quilométricas para conseguir tal benefício. Mas, quando se trata de benefício espiritual, temos que ser adulados, carregados.... Não é uma vergonha? Pensemos nisso.

III - Ensino

Nossas escolas têm que ensinar o que lhe cabe. Professores ensinam com palavras e atitude também. Chega de escolas que apregoam relativismo.

Não cabe à escola educar valores contrários ao cristianismo. E cabe à família não expor seus filhos à valores não cristãos; disvirtuantes.

IV - Estado

O Estado não tem direito a destruir ou destituir a família, pois ele mesmo não tem força nem método de educação do homem.

O Estado ensina a ganhar, a lucrar mais e mais; qeu ter é valor principal ao invés de ser.

O Estado enche nossos televisores com promoções do tipo "compre mais e mais" e seja feliz. Diz que você pode ter dinheiro a hora que quiser. Ensina aos jovens a serem "descolados" e fazerem sexo, a abortar. Iludem dizendo que tem sistema de proteção ao cidadão e não tem.

É o Estado que fica com 30% do dinheiro do que compramos. É ele que taxa e sobre taxa tudo. Ele quer lealdade nas finanças e é desrespeitoso com nossos direitos. Quando devemos a ele, somos obrigados judicialmente; quando ele nos deve, temos que "lutar por nossos direitos".

É o Estado que destrói os valores familiares e depois punem nossos filhos.

Não devemos delegar ao Estado nossos filhos. Cabem à família as crianças.

V - Economia

Se descuidarmos de nossas finanças, comprarmos o que não podemos pagar, comprarmos o que não precisamos, comprarmos todo tipo de promoção, pegarmos empréstimos que nos saquearão... tudo isso com apoio do Estado, nossas famílias ruirão.

Falência financeira familiar (3f) assemelha-se à traição dos cônjuges: separação.

O Estado incita às compras e às "necessidade para sermos felizes" e depois que estamos totalmente falidos, acusa a nós de não sabermos gastar.

Nossas crianças assistem à tv dizendo "compre e seja feliz" ou "seja feliz e compre...", daí as crianças vivem querendo comprar para "serem felizes", mas não têm dinheiro, daí surge o tráfico, daí surgem os paleativos - as drogas... Daí, a família será destruída.

Enfim:

Família, preserve-se, seja autêntica: reze, catequize.


Sejamos crsitãos! De Cristo.

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