domingo, 6 de junho de 2010

NO DIA DE CORPUS CHRISTI, EU VI

Maceió, 03 de junho de 2010, quinta-feira, depois de uma longa e linda caminhada pelas ruas, coloridas em sua maioria por jovens da Pastoral da Juventude, chegamos à Praça Floriano Peixoto [ou dos Martírios]. Eram aproximadamente 17h e 20 minutos. Chovia bastante. Guarda-chvas e sombrinhas armados.

Um carmelita começa sua homilia. Simpático, como de costume, alteraria seu tom pela primeira vez - ao menos que eu tivesse ouvido.

O carmelita e Bispo, sucessor dos apóstolos, engrossara o tom de suas palavras. Num palanque, junto de seus colaboradores, os padres; rodeado por seminaristas; diante da multidão de suas ovelhas fiéis de Maceió, eu vi e ouvi o protesto de Pastor da Igreja de Cristo.

Denunciou abusos de poder. Criticou a ganância dos comerciários que não queriam fechar suas lojas em pleno feriado. Defendeu a Igreja Cristo, que vem sendo achincalhada por seus inimigos... Eu vi e ouvi. Eu estava lá.

Senti-me tão bem neste dia... Minha esposa e eu nos olhávamos um para o outro diante daquelas palavras. Nada dizíamos, mas o êxtase de pertencer à Igreja de Cristo e ter o Carmelita como Pastor enchia nossos corações.

Não. Não esquecerei este dia. O dia em que o Carmelita desabafou, denunciou e mostrou-se, mais que outras vezes que eu já tenha visto, Pastor em defesa de suas ovelhas.

Àquele Carmelita, Paz e Bem!

Que Aquele que para o Carmelita e para mim é Pastor o conserve em sua Paz. Amém.

+ + +
Eudes Inacio, sJpVM

Nenhum comentário: