sexta-feira, 7 de maio de 2010

Conselho Econômico Paroquial

Caros irmãos e irmãs,

Evitemos com toda força a submissão da Missão de nossa Igreja.

Nossa Igreja há dois mil anos vem pregando o Evangelho de Cristo sem pender à idolatria secular.

Hoje em dia, diante de tanto desemprego, escassez de recursos financeiros, muitos têm se aproximado da Igreja com interesses não-cristãos, não de evangelizadores, nem sequer dignos.

Nossas paróquias não podem ser coniventes com esses que querem viver agarrados no templo, sugando os dízimos. Por isso, não podemos fazer de nossas paróquias verdadeiras "pencas" de emprego, os chamados "cabides de emprego".

É verdade que há conivências de "amizades" e parentescos nesses "cabides". É repudiável tal atitude, uma vez que, na maioria das vezes, são pagos para trabalhos insatisfatórios, desnecessários e até para nada fazerem.

Ora, não seria melhor empregar o dinheiro, que vem muitas vezes de dizimistas pobres, colaboradores fiéis, para a evangelização e a manutenção do templo, e não para fazer agrados a "A" e a "B".

É hora de nossas comunidades eclesiais assumirem o compromisso do Conselho Econômico Paroquial. É um processo, mas precisa ser iniciado para poder ser concluído.

Negligenciar à comunidade a reta orientação das economias de uma paróquia é oportunizar até mesmo salafrários, de má índole e enganar as ovelhas de Cristo. Além disso, um Conselho Econômico Paroquial evitaria muitas fofocas sobre as economias e o dízimo paroquial.

Lembremos da Campanha da Fraternidade, do Evangelho de Cristo: não podemos servir a Deus e ao dinheiro (Mt 6,24).

Quando tiramos os olhos da Cruz de Cristo, começamos o processo de idolatria.

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Eudes Inacio, sJpVM
servo de Jesus pela Virgem Maria.

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